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Você que já sabe da importância da cadeia produtiva para o seu negócio, precisa se preocupar em como cuidar melhor dela para tirar proveito disso. 

E não nos referimos apenas à lucratividade maior, ainda que esta seja também um benefício possível e gigantesco quando passa a cuidar melhor da cadeia produtiva.

Falamos principalmente em manter ativa e saudável toda a cadeia de suprimentos, que já é um grande fator a considerar quando o assunto é qualidade final do produto. 

Para isso, vamos te dar uma ideia de como empresas de sucesso olham para suas cadeias produtivas com cuidado tal, que chegam a fomentar financeiramente os negócios dos seus parceiros e fornecedores.

Se você está bem, eu também estou!

Em todo relacionamento saudável deve-se desejar o bem ao próximo. Se uma indústria está com um fornecedor passando por problemas, existe a chance de que toda a sua cadeia produtiva esteja igualmente em risco. 

Ou seja, o sucesso das empresas é associado, também, à gestão eficaz dos fornecedores. Isso reflete até na qualidade do produto, no preço e na satisfação do consumidor.  

Para conseguir manter a cadeia produtiva ativa, grandes grupos de empresas chegam a subsidiar atividades financeiras dos seus fornecedores, distribuidores e até colaboradores. É aquela história “se você tá bem, eu também estou”.

Tudo para evitar a insuficiência de caixa

A vida é cheia de altos e baixos, como num gráfico financeiro. O mesmo pode ocorrer com as finanças dos parceiros fornecedores — e como vimos, isso atrapalha tudo!

Seus fluxos de caixa sofrem com prazos de recebimento longos demais. Isso força-os a trocar seus títulos de pagamentos nos bancos, obrigando-os a pagar taxas que poderiam ser bem menores.

Por isso, algumas grandes empresas como Renner, Bosch, Vale e Gerdau abriram formas de antecipar recebíveis para os seus parceiros comerciais, com transações que passam longe dos bancos, praticando taxas pra lá de atrativas (fonte  matéria do Estadão). 

Empréstimos, financiamentos, descontos de títulos recebíveis: os fornecedores delas conseguem tais produtos com taxas reduzidas em relação ao mercado convencional. 

Portanto, ajudando fornecedores que sofrem com insuficiência de caixa, elas garantem seus fluxos de suprimentos.

Mas isso é só para as gigantescas do mercado?

Claro que não. Para quem é um grande empresário e sente que precisa fazer algo pelos seus fornecedores — e também pelos seus lucros —, há algumas modalidades de enquadramento fiscal.

Por meio delas você consegue fomentar o fluxo de caixa da sua cadeia produtiva, fortalecendo-a sobremaneira e garantindo mais eficácia no processo de fabricação e distribuição dos seus produtos. 

Por exemplo, a ESC (Empresa Simples de Crédito) é um modelo de Mini Banco com taxas muito bem aceitas pelos empreendedores, porque foi criada para conceder empréstimos ou financiamentos sem burocracia, trazendo grandes vantagens quando se compara com os bancos. 

Trocando por miúdos, a possibilidade de abertura de um Mini Banco facilita a troca títulos, concessão de empréstimos e financiamentos, pois tem a possibilidade de blindar juridicamente, através da alienação fiduciária, as operações de emprestou o dinheiro. 

Assim, o empresário industrial que quiser ajudar seus fornecedores e, com isso, se ajudar também, ele passa a ser o Mini Banco dos seus parceiros. 

Para o empreendedor que tem o interesse em conhecer mais desse tipo de negócio, a Bankme é a primeira fintech habilitada a criar Mini Bancos no Brasil. 

Tornamos o assunto mais fácil. O empresário não precisa nem ao menos decidir se quer abrir uma Factoring ou uma ESC, já que os consultores Bankme realizam até mesmo a análise sobre qual tipo de Mini Banco é mais viável a cada negócio.

Agora que você se informou melhor a respeito dos cuidados que empresas têm com seus fornecedores, continue conosco. Assine a nossa newsletter para ficar por dentro deste e de outros assuntos correlatos.

Fabrício Santesso

Redator  da Bankme

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