Cadeia produtiva

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Conhecimento é poder. Quanto mais o empresário entende tudo que envolve o seu negócio, melhor empreendedor ele se torna, e começa a perceber coisas que antes nem lhe passavam pela cabeça durante aquela dose de uísque na sua sala após o expediente.

Algo para estar sempre atento é a cadeia produtiva da sua empresa. Você realmente entende como ela funciona? Você sabe como poderia aproveitar mais dela a seu favor para ter mais lucratividade? Nessa leitura vamos te ajudar com tais informações, mas leia até o fim (combinado?)!

Do começo ao fim

Imagine que para seu filho tomar leite pelas manhãs, uma cadeia produtiva entrou em ação. Como assim? Um conjunto de atores tiveram que interagir. Primeiro através da produção de insumos, ou seja, fabricantes de matéria-prima, equipamentos, fornecedores de crédito, de serviços e de pesquisa. 

Eles deram alimentação, máquinas, dinheiro, tecnologia e tudo mais ao dono da vaquinha, que — agora sim — pode produzir o seu leite! Esse é o segundo momento dessa cadeia produtiva que envolve produtores, animais, desenvolvimento genético, qualidade e precificação de produtos. 

O terceiro momento dessa cadeia diz respeito à indústria, envolvendo as empresas que transformam o produto inicial no resultado final, como o tal leite de caixinha, o que abrange a embalagem e a distribuição da produção. 

Fechando a cadeia produtiva do leite encontramos você, o pai dedicado que comprou o leite para o café da manhã do seu filho. Assim, o produto leite envolve muito mais do que pegar a caixinha na gôndola. 

Portanto, o conceito de cadeia produtiva, que surgiu nos anos 60, é o conjunto de etapas consecutivas, pelas quais os diversos insumos sofrem alguma transformação, até que o produto final seja constituído, tanto um bem quanto um serviço, e a sua colocação no mercado. Em outros termos, o processo de criação e venda do seu produto, do início ao fim. 

Uma parte ligada a outra formam correntes

Isso mesmo, uma cadeia produtiva pode ser relacionada visualmente a uma corrente. Uma parte liga-se a outra e assim por diante. Tudo pode acontecer simultaneamente, mas na essência, são três etapas. 

Primeiro ocorre a “extração de matéria-prima”, como no caso da vaquinha, através dos insumos, dos créditos, maquinários etc., todos necessários à próxima etapa. Se a indústria produz roupas, ou peças automotivas, ou alimentos, quais seriam os seus fornecedores dessa primeira etapa? Pense nisso e vamos adiante.

Depois, é preciso acontecer a transformação dos insumos em produto (coisa que a sua indústria têxtil, siderúrgica ou alimentícia sabem fazer muito bem). Aqui a mágica acontece. 

A última parte é a distribuição do produto. Aqui você vai enviar sua roupa, sua peça de carro, ou sua carne resfriada para o consumidor poder comprar. Isso envolve a logística, que é outra parte importante da corrente chamada cadeia produtiva. Daí vem a pergunta: quão forte ela é? 

Uma corrente de plástico ou de ferro

Para indicar uma fila, às vezes usa-se correntes de plástico. Elas são bonitinhas, mas nunca fortes o bastante quanto as correntes de metal.  Assim é a cadeia produtiva. Como administrador, é preciso conhecer bem todas as argolas da corrente, garantindo que elas tenham a força esperada. 

Cada parte depende da outra, cada elo depende da parte que fornece a matéria-prima e de quem recebe o produto, sempre por meio de uma troca de valores. Isso faz com que qualquer erro mais grave num estágio possa impactar sobremaneira os seguintes. Daí a importância de conhecer toda a dinâmica do sistema, em especial os impactos que decorrem de ações internas e externas, estando sempre atento. 

Entendendo perfeitamente cada etapa é possível trabalhar pontualmente para a melhoria de um processo simples ou complexo, que permita maior produtividade. Não conhece profundamente do assunto? Contrate quem conhece PCP (Planejamento e Controle da Produção). Contrate sistemas. Faça o que é preciso, mas pelo menos conheça o básico, que já ajuda. 

Tal envolvimento é importante para fazer a sua cadeia produtiva ser uma corrente de ferro e não de plástico. E para que isso aconteça, você lembra acima que quanto mais o empresário entende, mais percebe coisas que antes nem lhe passavam pela cabeça? 

Ao conhecer bem os seus fornecedores, um empresário visionário pode conseguir retorno até mesmo quando paga fornecedores. Há leis que permitem a criação de mini bancos exclusivos para empresários que passam a ter o direito de antecipar títulos de pagamentos com taxas menores que as dos grandes bancos — mas isso é outro assunto. 

Talvez você não nunca tenha parado para dar a devida atenção a esse assunto que pode ajudar muito no planejamento da sua produção, reduzindo custos, otimizando processos e até mesmo gerando lucros nunca antes pensados, como no caso dos mini bancos acima. 

Quanto mais se conhece os parceiros, os seus consumidores, o seu produto e como funciona todo o mercado, novas ideias e possibilidades surgem. A Bankme tem uma ótima e inovadora solução para os seus negócios e a sua empresa, que você fica sabendo ao clicar aqui.

Fabrício Santesso

Redação da Bankme

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